Ministério Público investiga desaparecimento de espanhol
Publicado em 2008-04-01
Paulo Dâmaso
A Capitania local deu conhecimento do desaparecimento à
Embaixada de Espanha e à Polícia Judiciária. Entretanto, fonte policial
confirmou ao JN que o MP quer apurar as circunstâncias em que ocorreu
este desaparecimento envolto em mistério e com contornos dúbios.
Ontem, foram infrutíferas as buscas para encontrar o desaparecido. As operações de resgate prosseguem hoje, mas com uma redução do número de meios.
A autoridade marítima não desiste de encontrar José Lozano, que se julga terá sido arrastado pelo mar após uma noite de farra com colegas de trabalho.
As hipóteses de encontrar o corpo são remotas. O mar agitado e as fortes correntes na zona da praia do Relógio e na barra figueirense são os principais entraves às operações de busca.
"Apesar das condições adversas que têm dificultado o nosso trabalho, não desistiremos de encontrar e resgatar o corpo", garantiu, ao JN, Malaquias Domingues, capitão do porto e comandante da Polícia Marítima local.
Ontem, as buscas decorreram "entre a Leirosa (Marinha das Ondas) e o Cabo Mondego (Buarcos)" - numa extensão de cerca de 10 quilómetros de costa -, com recurso a meios terrestres e a um helicóptero Alouette, da Força Aérea Portuguesa.
José Lozano, solteiro, a residir e a trabalhar temporariamente na Figueira da Foz, foi visto pela última vez na manhã de domingo, cerca das 9 horas, à saída de um estabelecimento de diversão nocturna da cidade. Antes, a noite de farra com os amigos levou-o a três bares da cidade (dois em Buarcos e um na Figueira).
Os amigos decidiram ir para casa, mas José Lozano preferiu prolongar a noite sozinho. O que aconteceu de seguida continua envolto em mistério. Certo é que as suas roupas, carteira, dinheiro, documentos e telemóvel foram encontrados por uma transeunte que passeava na praia.
"Não há testemunhos que garantam que o homem tenha entrado na água, mas admitimos o pior cenário", rematou Malaquias Domingues.
http://www.jn.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=927925&page=-1
Ontem, foram infrutíferas as buscas para encontrar o desaparecido. As operações de resgate prosseguem hoje, mas com uma redução do número de meios.
A autoridade marítima não desiste de encontrar José Lozano, que se julga terá sido arrastado pelo mar após uma noite de farra com colegas de trabalho.
As hipóteses de encontrar o corpo são remotas. O mar agitado e as fortes correntes na zona da praia do Relógio e na barra figueirense são os principais entraves às operações de busca.
"Apesar das condições adversas que têm dificultado o nosso trabalho, não desistiremos de encontrar e resgatar o corpo", garantiu, ao JN, Malaquias Domingues, capitão do porto e comandante da Polícia Marítima local.
Ontem, as buscas decorreram "entre a Leirosa (Marinha das Ondas) e o Cabo Mondego (Buarcos)" - numa extensão de cerca de 10 quilómetros de costa -, com recurso a meios terrestres e a um helicóptero Alouette, da Força Aérea Portuguesa.
José Lozano, solteiro, a residir e a trabalhar temporariamente na Figueira da Foz, foi visto pela última vez na manhã de domingo, cerca das 9 horas, à saída de um estabelecimento de diversão nocturna da cidade. Antes, a noite de farra com os amigos levou-o a três bares da cidade (dois em Buarcos e um na Figueira).
Os amigos decidiram ir para casa, mas José Lozano preferiu prolongar a noite sozinho. O que aconteceu de seguida continua envolto em mistério. Certo é que as suas roupas, carteira, dinheiro, documentos e telemóvel foram encontrados por uma transeunte que passeava na praia.
"Não há testemunhos que garantam que o homem tenha entrado na água, mas admitimos o pior cenário", rematou Malaquias Domingues.
http://www.jn.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=927925&page=-1
Sem comentários:
Enviar um comentário
Comente com moderação. Obrigado!